Coleção de pequenas fotografias de retractos de pessoas a cor e monocromáticas, de muitas localidades de Portugal que revelam a suas belezas citadinas e paisagísticas com um instante....
Créditos : Antunes Fotografia
Coleção de pequenas fotografias de retractos de pessoas a cor e monocromáticas, de muitas localidades de Portugal que revelam a suas belezas citadinas e paisagísticas com um instante....
Conta a história dos Três Reis Magos que estes ofereceram ao
menino Jesus três dádivas preciosas: o Ouro do Pai, representando Hermes; a
Mirra da Mãe, como o perfume de Afrodite; e o Incenso representando o Filho,
portador da essência de Ares.
Nós desejamos à todos, estes três símbolos, para que suas
vidas sejam sempre repletas de abundância, proteção, sabedoria e Luz.
Que as consciências do Pai, da Mãe e do Filho
estejam sempre em nossas mentes e corações, nos inspirando sempre agir com
sabedoria e amor.
A cidade de Lisboa vai uma vez
mais, ser o palco perfeito para apreciar as magníficas decorações natalícias a
que nos tem habituado.
As suas ruas enfeitadas, as árvores gigantes, o fantástico Teatro
D. Maria II, os miradouros, tudo isto vão ser pontos de passagem desta
caminhada.
A Caminhada Luzes de Natal
em Lisboa passa pelos seguintes locais que o vídeo vai informando
Elise Friederike Hensler, amante das artes e das letras, foi uma
cantora de ópera que conquistou o coração de D. Fernando II, depois de este
perder a sua primeira mulher, a rainha D. Maria II.
Hensler, que mais tarde recebeu o título de
Condessa d’Edla, construiu em conjunto com D. Fernando um chalet ao estilo
alpino na zona ocidental do Parque da Pena, que serviu como local de recreio e
refúgio romântico do casal. Este é rodeado por um jardim repleto de encantos
por descobrir.
Elise
Hensler nasceu na Suíça, em 1836, e viveu largos anos em Boston, nos Estados
Unidos da América. Era uma mulher com grande cultura e profunda paixão pelo
mundo das artes e das letras, que veio a tornar-se cantora de ópera. Após ter
estudado em Paris e atuado em Milão, Elise visitou os palcos portugueses,
passando pelo Teatro Nacional de São João, no Porto e, depois, no Teatro
Nacional de São Carlos, em Lisboa. Foi neste último palco que o rei D. Fernando
II a conheceu e se apaixonou por ela.
Em 1869, já com D. Luís I no trono, D. Fernando II e Elise
casam-se, unidos pelo amor à arte e à cultura. O enlace ocorreu dias depois de
D. Fernando ter pedido ao seu primo, o Duque Ernesto II de Saxe-Coburgo e
Gotha, um título para a sua futura mulher: o de Condessa d’Edla. As opiniões
sobre a realização do casamento, quer por parte da nobreza quer da imprensa,
foram bastante divididas, nunca tendo sido realmente aceite pelo público.
O casal utilizava Sintra, mais concretamente o Parque e o
Palácio da Pena, propriedade de D. Fernando II, como o seu refúgio. Ambos
apaixonados pela botânica, intensificaram as plantações no parque, incluindo
neste jardim romântico espécies provenientes de várias partes do mundo.
Num dos recantos do parque, o casal começou a construção de um
chalet que a própria condessa desenhou e projetou. Tanto o chalet como o jardim
em seu redor são de extrema sensibilidade romântica e caráter privado.
Estrategicamente situado a poente do Palácio da Pena, o edifício é inspirado
nos chalets alpinos, num estilo então muito em voga na Europa. O chalet
apresenta uma envolvente cenográfica, que reflete as facetas artísticas do
casal. De um gosto singular, a sua fachada e os seus interiores são inigualáveis.
No exterior, o jardim que envolve o chalet oferece uma paisagem exótica em que
se destacam a Feteira da Condessa, o Jardim da Joina, o Caramanchão e o
labirinto de Pedras do Chalet.
Aquando da morte de D. Fernando, em 1885, o rei deixa em testamento
todos os seus bens, incluindo o Castelo dos Mouros e o Palácio da Pena, à
Condessa d’Edla. Após um processo judicial – que tinha como objetivo que este
património passasse para a Coroa portuguesa –, Elise acabou por vender o Parque
e Palácio da Pena e o Castelo dos Mouros ao Estado, ficando com usufruto do
chalet e do respetivo jardim até 1904.
Em 1999, o Chalet da Condessa d'Edla foi consumido por um
incêndio, tendo reaberto ao público em 2011, depois de quatro anos de obras de
recuperação em que a Parques de Sintra levou a cabo a reconstrução deste
edifício de grande valor cultural, histórico e artístico. O projeto foi
distinguido em 2013 com o Prémio União Europeia para o Património Cultural –
Europa Nostra, na categoria de Conservação.
O seu período de
actividade está compreendido entre 1909 e 1972, se bem que a partir de 1951 foi
utilizada como central de reserva. Ao longo do tempo sofreu diversas modificações
e ampliações, tendo passado por diversas fases de construção e produção.
A primitiva Central
Tejo, cujos edifícios já não existem, foi construída em 1909 e funcionou até
1921. Em 1914, iniciaram-se as obras dos edifícios de caldeiras de baixa pressão
e da sala de máquinas que, posteriormente, foram ampliados várias vezes.
Finalmente, em 1941 teve lugar a construção do edifício das caldeiras de alta
pressão, o corpo de maior envergadura da central, o qual foi ampliado em 1951
com a inclusão de mais uma caldeira.
Embora tenha
funcionado pela última vez em 1972, o seu encerramento oficial só aconteceu em
1975, ficando assim, um testemunho de um património arqueológico industrial de
grande importância para a cidade de Lisboa. Por esta razão, foi classificado
como Imóvel de Interesse Público em 1986
Os edifícios
construídos em 1909, que já não existem, constituíam a primitiva Central Tejo
que se manteve a trabalhar até 1921. Foi desenhada e projectada pelo engenheiro
Lucien Neu e a sua construção ficou a cargo da firma Vieillard & Touzet
(este último, Fernand Touzet, discípulo de Gustave Eiffel).
Durante anos a
maquinaria foi sendo modificada para aumentar a potência da central e, em 1912,
momento em que se encontra todo o equipamento instalado, a central dispunha de
quinze pequenas caldeiras Belleville e cinco grupos geradores com uma potência
de 7,75MW. Desde 1916 até ser desactivada em 1921, recebeu vapor das novas
cadeiras instaladas no edifício actual da baixa pressão sendo desactivada,
desmantelada e usada como arrecadações e oficinas a partir dessa data até 1938,
momento em que foi demolida para a construção do edifício das caldeiras de alta
pressão.
C oleção de pequenas fotografias de retractos de pessoas a cor e monocromáticas, de muitas localidades de Portugal que revelam a suas be...