O jardim é absolutamente fantástico.
É muito agradável e limpinho. Podemos entender uma
toalha e passar lá a tarde a descansar, a ler. O lago é muito bonito porque tem
patos que não fazem quase barulho nenhum e não tem lixo.
Não aconselho os passeios nos barquinhos porque
não vale a pena o esforço nem o dinheiro. É difícil e pessoalmente, não tem
graça.
Os cafés que ficam ao pé são agradáveis, não são
caros.
Os passeios/corridas que se podem fazer no jardim
também aconselho porque depois das obras que o jardim teve, está apresentável e
até dá vontade de ir fazer exercício agora até tem uma parte exclusiva para os
cães: um “parque infantil” fechado onde os cães podem correr e brincar nas
estruturas próprias.
O MacDonalds não é diferente dos outros, portanto
não tenho nada a dizer sobre isso. O caleidoscópio foi uma ideia brilhante :
tem uma sala de estudo exclusivo para universitários. Na entrada temos de
mostrar o cartão da faculdade que frequentamos e ficamos lá o tempo que
quisermos.
Aquele jardim tem tudo o que é necessário para ser
um local público completo, até porque os transportes públicos estão mesmo ao
lado.
sexta-feira, 28 de maio de 2021
Jardim do Campo Grande / Jardim Mario Soares - Lisboa
quarta-feira, 26 de maio de 2021
Praça Dom Pedro IV - Rossio
A Praça de D. Pedro IV, mais conhecida pelo seu antigo nome de Rossio delimita a norte a área da Baixa Pombalina e é, desde há seis séculos, o coração de Lisboa. As mais diversas iniciativas e eventos tiveram lugar nesta praça, desde touradas, a festivais, paradas militares, comícios políticos e mesmo autos-de-fé na época da Inquisição. O Rossio é um livro vivo, de páginas abertas a quem o queira visitar. Renascida dos escombros deixados pelo terramoto de 1755 que assolou o País, a Praça do Rossio, com os seus cosmopolitas edifícios pombalinos, espaço soalheiro e acolhedor, animou-se com hotéis (já desaparecidos) que se enchiam de forasteiros, lojas, tabacarias e, como não poderia faltar, inúmeros cafés, instituição muito portuguesa onde se conversava, se conspirava, se falava dos assuntos políticos, se discutiam as artes. Bem no centro da Praça ergue-se numa coluna de 28m de altura, a estátua de D. Pedro IV, o primeiro imperador do Brasil independente, aqui colocada em 1870. Na sua base existem quatro figuras femininas, alegorias à Justiça, à Sabedoria, à Força e à Moderação, qualidades atribuídas a D. Pedro. Em 1889 foram acrescentadas duas fontes monumentais, uma de cada lado da coluna, hoje em dia coloridas pelas flores vendidas pelas já tradicionais floristas do Rossio. O pavimento da Praça, em meados do século XIX, foi coberto com a tradicional Calçada Portuguesa, com motivos ondulantes pretos e brancos. No lado norte da praça fica o Teatro Nacional D. Maria II, que recebeu o nome da filha de D. Pedro, D. Maria II. A sul, está um gracioso arco, obra de arquitectura Pombalina de finais do século XVIII, que estabelece a ligação com a rua dos Sapateiros. Apesar das muitas alterações no estilo de vida ao longo dos seis séculos de existência desta Praça, muitas tradições ainda se mantêm, e uma paragem no Café Nicola (lado ocidental) ou na Pastelaria Suiça (lado oriental) continua a ser o dia-a-dia típico do bom lisboeta.
Miscelânea Fotografias 16
C oleção de pequenas fotografias de retractos de pessoas a cor e monocromáticas, de muitas localidades de Portugal que revelam a suas be...
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A residência oficial do primeiro-ministro de Portugal, António Costa, situa-se no Palácio de São Bento, no bairro da Lapa. Mais precisa...
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Fomos conhecer mais um local abandonado, desta vez, na encosta da Serra da Arrábida, em Setúbal – Portugal, também chamado de Regimento de...


















































